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terça-feira, 21 de junho de 2011

Credibilidade (3)

Alguns aspectos sobre o copianço no CEJ ainda não foram referidos:

i) Não é a primeira vez que algo do género sucede, sendo que das outras vezes não veio a público. Parece que, desta vez, aguém, certamente prejudicado e/ou revoltado com a solução incicial dada ao assunto (nota 10 para todos), "chibou-se", facultando o despacho da Diretora do CEJ à comunicação social. O véu foi destapado.

ii) Estalada a polémica e após uma onda de críticas, vindas de todos os setores, o CEJ tratou de alterar o modelo de exame ("americano"). Só agora reparou que este modelo está longe de ser o mais adequado?

iii) Como é referido no despacho da Diretora, o copiança foi generalizado. Ou seja, num universo de quase 200 magistrados, a maioria copiou. Ora, tal só é possível se não houver ninguém na sala para "controlar" os alunos. Como é isto possível?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Credibilidade

A questão do copianço nos testes do CEJ é uma questão de credibilidade. Quem faz batota para ser Magistrado perde legitimidade para decidir contra os 'batoteiros' da sociedade.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Credibilidade (2)

Os Magistrados apanhados a copiar num exame do CEJ foram todos "corridos" a dez valores por, supostamente, não haver tempo para repetir o exame. Mas afinal de contas parece que tempo há, pois foi proposto, após tanta polémica e crítica (inclusive de colegas de profissão), os Magistrados em causa fazerem novo exame.

De uma coisa não se safam estes Magistrados: com o País em crise e a Justiça portuguesa no fundo do poço, estas estórias apenas pioram a perceção que os portugueses têm dos Tribunais.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Credibilidade (4)

A demissão da Diretora do CEJ era inevitável, tal a gravidade dos fatos. Só espero que os erros sejam corrigidos e não atirados para debaixo do tapete...