No Facebook já tinha questionado os cortes, decididos pela administração do Metro de Lisboa, dos serviços técnicos de manutenção. Na CP, pelos vistos, sucedeu o mesmo. Objectivo: por as empresas, tracidionalmente deficitárias, a dar lucros. Ou pelo menos a não dar prejuízos. O secretário de estado já se veio vangloriar para as televisões do sucesso da sua "gestão". As empresas de transportes estão a deixar de dar prejuízos. Isto, claro, até começarem a ter que pagar avultadas indemnizações pelos acidentes que estão a aumentar. No Metro, as avarias já levam as pessoas ao desespero. Na CP, começaram já os problemas com as carruagens. Ninguém questiona a acção e a decisão do governo em cortar na manutenção, indispensável à segurança dos utentes? Onde anda a oposição no parlamento? Onde andam os jornalistas? Onde andam os boys, dos gabinetes ministeriais, formados em Direito que sabem (ou deveriam saber) que isto constitui negligência e leva à responsabilidade civil e criminal dos gestores e decisores? O país está a cair no abismo e já quase toda a gente desistiu de evitar a morte. Só pode!
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
O verdadeiro 'business man'
Licenciatura, programa Foral, censura na comunicação social, negócios com amigos (privatizações EDP, TAP, RTP, etc) e à sua volta também há dúvidas sobre a legalidade das acções da sua equipa. Enfim, tudo onde Relvas mexa parece de legalidade duvidosa...
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Não há almoços grátis
8 de Outubro de 2012: Governo escolhe Joana Marques Vidal para liderar Ministério Público
25 de Outubro de 2012: Governo negoceia às escondidas com magistrados do Ministério Público manutenção de regalia
24 de Janeiro de 2013: depois de Presidente, Deputados, Provedor da Justiça pedirem a fiscalização do Orçamento e dos Juízes defenderem este pedido, nova PGR não pede, alegando "não ser adequado"
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
União Soviética?
Um caso em que é imperioso as entidades virem a público prestar cabal esclarecimento. E, no caso do tribunal, deveriam até publicar a sentença. Para percebermos se estamos em Portugal ou viajámos no tempo para a União Soviética...
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
"O Governo tem vindo a defender um aumento dos horários na Administração Pública com o objectivo de aumentar a produtividade e reduzir o trabalho extraordinário, mas um estudo distribuído nesta segunda-feira pelo executivo às três estruturas sindicais da Função Pública diz que trabalhar mais horas não é sinónimo de mais qualidade e eficiência. (...)
'O número de horas trabalhadas é apenas uma variável em todo o processo produtivo', refere o estudo elaborado pela Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) e 'apenas a articulação saudável entre as variáveis de produção (qualificações, horas trabalhadas, motivação, identificação pessoal com os objectivos organizacionais, adequação das Tecnologias de Informação e Comunicação aos conteúdos e postos de trabalho, etc….) e os modelos de organização do trabalho existentes poderá determinar melhorias na produtividade'. (...)"
Subinho "motivação". Não é preciso ter formação em psicologia para assumir esta variante com uma das mais importantes - e decisivas - para os bons resultados. O estudo apenas vem confirmar o que muitos já garantiam. Mas, como já aqui escrevi anteriormente, o empresário tuga nem sequer pensa nisto. E os incompententes que nos desgovernam ainda menos.
sábado, 19 de janeiro de 2013
"A Polícia de Segurança Pública, designada por PSP, é uma força de segurança, uniformizada e armada, com natureza de serviço público e dotada de autonomia administrativa.
A PSP tem por missão assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei."
A PSP tem por missão assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei."
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
O único que não segue o rebanho
O único, daqueles lados, que os tem no sítio. E ainda é perseguido por ser o único fiel e coerente.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Sacrifícios apenas para os outros
Estas "gorduras" não cortam. E depois esta gentalha ainda vem pedir sacrifícios aos outros...
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
E não são demitidos com justa causa?
Já se sabia que grande parte das contratações para os cargos ministeriais são baseados na militância partidária e não no mérito ou na competência. Há muito que é assim, mas com o actual governo o caso é ainda mais grave. Já tivemos vários exemplos, sendo este gritante, e agora temos outro, igualmente grave e demonstrativo da deriva a que anda este desgoverno. Foram os tais "especialistas", com menos de 30 anos e sem experiência curricular comprovada e que auferem 5 mil euros por mês mais "abonos" (subsídios encapotados), que andam a fazer estas asneiras? E continuam a gastar o dinheiro que podia salvar doentes e dar de comer a muita gente? Ainda não foram demitidos com justa causa?
O homem só sabe violar o juramento
Não quis divulgar publicamente, mas através de amigos na comunicação social, acaba por divulgar para sacudir a água do capote, depois de múltiplas acusações de todos os sectores por não ter pedido a fiscalização preventiva e, posteriormente, urgência na apreciação do Orçamento. Mas, enfim, vamos ao que interessa, o conteúdo do pedido:
Ou seja, para o pobre reformado do sr. Silva, "estima-se que as normas [da contribuição extraordinária de solidariedade]
enfermam de inconstitucionalidade".
Posto isto, uma pergunta impõe-se e uma conclusão mostra-se inevitável: se o Orçamento é inconstitucional, porque não pediu a fiscalização preventiva, impedindo que a inconstitucionalidade operasse efeitos, ou simplesmente vetou? A conclusão é óbvia: ao jurar cumprir e fazer cumprir a Constituição, o alegado presidente assumiu um compromisso e, com esta decisão, violou-o de forma grave e flagrante. Num país a sério, já não seria presidente, nos EUA já teria levado com (mais um) processo de impeachment, por incumprimento das suas funções. Mas como estamos em Portugal, tudo isto é permitido...
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
2012
Pensei em fazer um pequeno balanço do ano que terminou, mas a foto ao lado (no 5 de Outubro) e esta notícia servem, na perfeição, de resumo do ano em Portugal. Mais palavras para quê?
Adenda: um resumo possível.
Adenda: um resumo possível.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
A eito
O problema não é de agora e já vem de trás. Mas numa altura em que o país desespera e mais exige das instituições democráticas, é gravíssimo que o último pilar do estado de direito esteja nas ruas da amargura. Notícias como esta não espantam e apenas confirmam a nota negativa dos magistrados - juízes e procuradores - perante o olhar dos portugueses.
Já aqui, nestes anos de blogosfera, escrevi sobre este problema e apresentei uma possível solução. Se não para corrigir, pelo menos para melhorar a credibilidade da Justiça e dos Tribunais (encabeçados pelos juízes). É pena que sucessivos governos, ministros e magistrados nunca tenham tentado, de forma séria e convicta, resolver o problema.
O país está à beira do precipício e esta gente esquece-se que, em momentos de excepção e radicalismo, vai tudo a eito. A começar por aqueles que são considerados os causadores ou cúmplices dos problemas...
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Um rotundo falhanço

Recordam-se da pompa e circunstância com que a alegada ministra da (in) justiça acusou os advogados que prestam patrocínio oficioso de burlarem o Estado, após uma auditoria que mais não passou de uma farsa? Pois bem, depois da Ordem dos Advogados ter realizado uma verdadeira auditoria a desmentir as mentiras do ministério, começam a ser os advogados acusados notificados dos despachos de arquivamento (vejam, por exemplo, este). É que os tiros da ministra foram de pólvora seca. Foi para leitor do Correio da Manhã ver e para justificar os cortes brutais no sector (e que irão prejudicar os mais carenciados). A verdade é como o azeite. A impunidade, pelo menos a da alegada ministra, é que perdura.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Há que ter 'caridade' com esta gente
Não, não é um problema de comunicação, de interpretação (errada) dos outros, nem de problemas de expressão, como cantavam os Clã. Esta senhora pensa mesmo o que diz. E disse, várias vezes, o que lhe vai na alma. Podemos concordar ou discordar, mas não podemos esconder ou tentar camuflar o que ela tem dito. E agora veio com mais pérolas. De não se preocupar com os idosos que morrem em casa à xenofobia em relação aos emigrantes, temos vários temas para analisar nesta entrevista.
A verdade tem de ser dita: se o Banco Alimentar presta um excelente serviço ao país e aos mais necessitados, a sua presidente defende claramente uma política que propicia a pobreza e aumenta as necessidades dos portugueses. E como já aqui defendi, prefiro em primeiro lugar contribuir para a erradicação da pobreza, ao contrário do que fazem este governo com a 'solidariedade' da sra. Jonet. E não me venham com conversas. Há várias maneiras de contribuir para a causa sem ser através do Banco Alimentar e desta senhora.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Conivência
Cândida Almeida, a mesma que disse que em Portugal não há corrupção na política, veio agora dizer que não há violações do segredo de justiça dentro do Ministério Público.
Mas então se não é o Ministério Público a "chibar-se", porque não são abertos - pelo MP - processos crime quando há violação do segredo de justiça? Da conivência não se safa este MP...
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
A escola de Relvas
Antes de Junho de 2011, não era capaz de votar em alguém que mentisse repetidamente e que tivesse defraudado os eleitores, prometendo uma coisa e depois fazendo o seu contrário. Depois de Junho de 2011, foi trabalhar para alguém que mente repetidamente. Antes de Junho de 2011, não era capaz de votar em alguém que pussesse o país em pior situação, com menos prestígio, liberdade e soberania. Depois de Junho de 2011, foi trabalhar para alguém que nem abre a boca a quem quer mandar em Portugal e nos portugueses, sem ter sido eleito por nós, tentando ser "bom aluno". Antes de Junho de 2011, defendia a liberdade de imprensa e a protecção dos jornalistas (até por ter sido um). Depois de Junho de 2011, foi trabalhar para alguém que pressionou e ameaçou jornalistas, inventou notícias falsas e saneou pessoas indesejadas em redacções. Em 2 de Junho de 2011, falava em "consciência", mas depois de 5 Junho de 2011, consegue, certamente "em consciência", trabalhar para alguém que tem feito precisamente o contrário do que prometeu. A troco de uma remuneração digna de um assessor, com direito a abonos suplementares em Junho e em Novembro (porque subsídios de férias e de Natal não recebem, pois claro) e de propaganda na bloga. Claro que estas verdades são difíceis de ler ou ouvir, por isso apagam-se. Censura-se e não são publicadas. Toda uma escola, toda um programa. Coerência não mora para aqueles lados e nem se preocupa que os seus patrões sejam gozados até por colegas de blogue. Nem seriedade, pois quem me lê há mais tempo sabe que isto simplesmente não é verdade. Bastava, aliás, ler este, este ou este textos, num curto espaço de tempo, para constatar a falta de seriedade do comentário. Resumindo, Relvas está, pois, bem servido no que toca a arrastadeiras...
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